sexta-feira, 21 de dezembro de 2007


Jonathan Edwards
(parte 1)
Autor: Silas Roberto Nogueira


Jonathan Edwards nasceu em 5 de outubro de 1703 em East Windsor, Connecticut. Era filho do consagrado pastor congregacional Timothy Edwards (1668-1759) e de Esther Stoddart, filha do Pastor Solomon Stoddart, de Nortampton, Massachussetts. Precoce, Edwards aos 6 anos já dominava o latim, aos 11 já havia escrito um ensaio sobre os hábitos de uma espécie de aranhas. Com 12, escrevendo a uma de suas irmãs, atribuía a “maravilhosa misericórdia e bondade de Deus” a atuação e o derramamento do Espírito Santo que presenciara. Antes dos 13 anos, já dominando os idiomas bíblicos originais, ingressou no Colégio de Yale, New haven, onde obteve o grau de Bacharel em 1720 e Mestre em 1722. Por oito meses, entre 1722 e 1723, pastoreou uma igreja presbiteriana em Nova Iorque. A igreja desejava que ele permanecesse, mas ele declinou. Nesse período ele redigiu as suas célebres Resoluções, as 70 regras de disciplina pessoal a que se submetia. Ainda começou a escrever seu Diário, onde faz uma auto-avaliação sobre até que ponto estava praticando suas Resoluções, e Miscelâneas, onde registrava o progresso do seu pensamento. Entre os anos de 1723 a 1726, Edwards lecionou em Yale, e destacou-se por sua lealdade e ensino ortodoxo. No mesmo ano, começou a trabalhar como pastor auxiliar ao avô Solomon Stoddart (1643-1729) na igreja de Northampton, Massachussetts. O Rev. Solomon Stoddart pastoreava essa congregação desde 1669, era uma igreja influente e sua assistência incluía quase toda a população da cidade, de cerca de dois mil habitantes.
Em julho de 1927, Edwards contraiu núpcias com Sarah Pierrepont, então com 17 anos, filha de James Pierrepont (1659-1714), pastor de uma igreja em New Haven. Havia grande amor, harmonia e companheirismo entre os dois. Sua vida familiar foi modelo para muitos, inclusive para Whitefield que se hospedou em sua residência durante alguns dias, em 1740. Jonathan e Sarah tiveram onze filhos (oito filhas e três filhos), que ao contrário do que ocorreu a Owen, todos chegaram a idade adulta, um fato raro para a época. Em 11 de fevereiro de 1729 Solomon Stoddart faleceu e legou a seu neto a grande responsabilidade de conduzir sozinho o rebanho, tornando-se pastor titular da igreja.
Entre os anos de 1734 e 1735 um poderoso avivamento irrompeu em sua congregação quando Edwards pregava uma série de sermões sobre a justificação pela fé. Edwards se dispôs a estudar os eventos ocorridos durante o avivamento em Northampton e, em 1736, publicou algo sobre a natureza da experiência religiosa sob o título de Narrativa de Conversões Surpreendentes. Uma segunda fase desse avivamento ocorreu entre 1740 e 1742 irradiando-se pelas treze colônias norte-americanas e fazendo com que milhares fossem despertados a Cristo e se agregassem às igrejas. Em 1740 George Whitefield esteve com Edwards por alguns dias e pregou em Northampton causando grande impressão nos ouvintes, inclusive no próprio Edwards, que ficou muito emocionado durante a pregação. Mas tal avivamento dividiu o povo das igrejas em dois grupos, apoiadores (chamados New Ligths – novas luzes) e opositores (OLd Ligths – velhas luzes), dos quais o mais destacado foi Charles Chauncy, de Boston. Edwards se viu obrigado a batalhar em duas frentes, repudiando os excessos de alguns pregadores sensacionalistas e o rigor dos que tudo consideravam emocionalismo. Assim, em 1741, ele publicou Marcas Distintivas de uma Obra do Espírito Santo e no ano seguinte, 1742, Alguns Pensamentos Acerca do Presente Reavivamento da religião na Nova Inglaterra, em ambas essas obras ele se propõe analisar e tratar dos eventos ocorridos durante o período do avivamento. É curioso o fato de que nessa última obra mencionada, Edwards tenha se baseado em algumas experiências extáticas de sua própria esposa, Sarah. Sabe-se que durante uma viagem de Edwards, Sarah teve fortes e impressionantes experiências com Deus e, quando ele retornou, encontrou muitos comentando sobre o assunto. Edwards conversou com Sarah a respeito de tais experiências e convenceu-se de que vinham de Deus. Em 1746 ele publicou Tratado das Afeições Religiosas, um trabalho mais amadurecido e baseado em uma série de sermões em 1 Pedro 1:8, onde mostra a diferença entre o verdadeiro e o falso na esfera da experiência espiritual.
Enquanto se gastava em defender o avivamento e na mesma intensidade repudiar os excessos de alguns do movimento, ainda esteve envolvido em uma grave crise em sua própria igreja que culminou em sua demissão do pastorado. Edwards se posicionou firmemente contra a participação de pessoas que não professavam a fé cristã na Ceia do Senhor, indo contra o costume estabelecido pelo seu avô, Solomon Stoddart, desde 1677. Piper comenta que Stoddart “via a Ceia como uma ordenança para a transformação das pessoas” [1] e Edwards repudiou tal conceito como antibíblico e em 1749 chegou até publicar um livro Qualificações para a Comunhão, onde argumenta que só os regenerados podem participar da Ceia. Em 2 de junho de 1750 a sua exoneração foi decidida pelo conselho e confirmada pelo voto congregacional no dia 22 do mesmo mês, onde 230 foram favoráveis a sua demissão e 23 posicionaram-se contrários. Assim, em 1 de julho ele pregou seu sermão de despedida. Suas palavras finais nesse sermão foram:
"Portanto, quero exortá-los sinceramente, para o seu próprio bem futuro, que tomem cuidado daqui em diante com o espírito contencioso. Se querem ver dias felizes, busquem a paz e empenhem-se por alcançá-la (I Pedro 3:10-11). Que a recente contenda sobre os termos da comunhão cristã, tendo sido a maior, seja também a última. Agora que lhes prego meu sermão de despedida, eu gostaria de dizer-lhes como o apóstolo Paulo disse aos Coríntios em II Coríntios 13.11: "Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco."
Após sua saída de Northampton, Edwards foi para Stockbridge, Massachusetts, para trabalhar como missionário aos índios. Esse período foi o mais fértil de sua produção teológica. Ali ele escreveu, entre outros livros, A Liberdade da Vontade, 1754, onde argumenta que o ser humano é livre (embora sua vontade não seja uma faculdade independente, mas consistente com sua natureza), mas Deus é soberano e o único responsável pela salvação do homem. Também escreveu O Fim para o Qual Deus Criou o Mundo, 1753, A Natureza da Verdadeira Virtude, 1754, ambos publicados postumamente em 1765 e O Pecado Original, em 1758. Começou a colossal História da Obra da Redenção, mas não pode concluí-la. Nessa obra Edwards pretendia traçar a atuação de Deus desde o princípio da criação até os seus dias. Os sermões que constituíam o material básico dessa obra foram publicados na Escócia em 1774 e depois nos Estados Unidos, em 1786.
Edwards ainda encontrou tempo para escrever a biografia de David Brainerd (1718-1747), um jovem missionário que se enamorou de sua filha Jerusha, mas que veio a falecer aos 29 anos, vítima da tuberculose. Edwards oficiou a cerimônia fúnebre e pregou um sermão sobre o céu e a glória que aguarda os filhos de Deus.
Ele escreveu cerca de mil e duzentos sermões, entre eles o memorável Pecadores nas Mãos de um Deus Irado, que pregou em 8 de julho de 1741 em Enfield, Connecticut, tendo Dt. 32:35 como base “...a seu tempo, quando resvalar o seu pé”. Houve um forte impacto sobre a vida dos ouvintes naquela época. Há relatos de que antes mesmo que terminasse o sermão algumas pessoas começaram a gemer e gritar, pois sentiam que seriam precipitadas no inferno naquele momento e perguntavam desesperadas em alta voz o que era necessário fazer para que fossem salvas.
Em 1757, pela sua notoriedade como educador, teólogo e filósofo Edwards foi convidado a assumir a direção do Colégio de Nova Jersey, futuramente a Universidade de Princeton. Embora tenha tentado dissuadir os Curadores do Colégio quanto à sua escolha por entender que não tinha qualificações necessárias, terminou aceitando o convite. Em janeiro de 1758 chegou a Princeton para assumir a Presidência do Colégio.
Em 13 de fevereiro permitiu-se ser vacinado contra a varíola, doença que assolava Princeton na época. Apesar do aparente sucesso da vacina, sua constituição física já comprometida não agüentou e ele adoeceu gravemente. Teve muita febre e sua garganta inflamou de tal maneira que não lhe permitia ingerir medicamentos e ele definhou rapidamente. Em 22 de março de 1758 Jonathan Edwards faleceu aos 54 anos. Suas últimas palavras, segundo alguns que o assistiam, foram: “Confie em Deus e você não precisará temer”.

Silas Roberto
Soli Deo Gloria


[1] Supremacia de Deus na Pregação, John Piper, pág. 70

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

O GRILO

Gióia Junior

Numa noite clara,
de Lua redonda
como um queijo branco
no prato do céu,
do meio do mato
uma voz ouvi,
que falava sempre:
CRI...CRI... CRI...

Vestido de noite,
perdido no escuro,
parado num canto
que não descobri,
seu corpo comprido,
de inseto elegante,
confesso não vi...
Só ouvi seu canto
na perdida sombra:
CRI...CRI... CRI...

Estava sozinho,
sem algum amigo
com quem conversasse;
então decidi:
“Com o grilo alegre
vou travar conversa”.
-Ei, grilo, não temas,
que eu não sou de briga!
Creste no que eu disse?
...e o grilo, do escuro,
respondeu na hora,
como se entendesse:
CRI...CRI...CRI...

Fiquei muito alegre,
ele me entendia
e me respondia
com satisfação...
Pus-me a contar fatos
que o deixaram quieto,
prestando a atenção:
“Uma vez, amigo,
veio um homem
muito meigo e puro
perdoando a todos,
libertando escravos,
saciando os pobres
e curando enfermos;
homem tão bondoso
como igual não vi...”
-Creste no que eu disse?
...Respondeu-me o grilo,
como se entendesse:
CRI... CRI... CRI...

"...Pois o tal profeta
(Ele era profeta),
como fosse humano,
dedicado e amigo,
recebeu dos homens
o pior castigo
que já conheci:
-numa cruz pesada
foi crucificado,
suas mãos sangraram,
rasgadas, feridas,
sua fronte clara
foi lavada em sangue,
padeceu torturas
como nunca vi...”
-Creste no que eu disse?
...Respondeu-me o grilo,
como se entendesse:
CRI...CRI... CRI...

“...Mas, um dia, um belo
dia de domingo,
Esse homem puro,
que nenhum pecado
no mundo provou,
rompeu as cadeias
da morte gelada,
e ressuscitou...
Seu corpo, na pedra
do escuro sepulcro,
ninguém mais achou...
o nome bendito
do ser soberano
da glória e da luz
soa como um hino,
às vezes humano,
às vezes divino,
o nome é ... JESUS...

Esse doce amigo
que sofreu assim
padeceu castigo
e morte por mim.
Para ser sincero,
devo confessar:
Ele foi ferido
para me salvar...”

-Bem, já se faz tarde,
vou dormir, amigo,
boa-noite, grilo...
Mas, ó companheiro,
tu creste de fato
no que eu disse aqui?

...Respondeu-me o grilo,
como se entendesse:
CRI, CRI, CRI, CRI, CRI!!!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

O Fator Infidelidade



Segundo a pesquisa nacional do Datafolha sobre a família, a fidelidade é a qualidade mais desejável no “parceiro”, inclusive nas relações extraconjugais! A infidelidade foi apontada por 53% dos entrevistados como o fator mais prejudicial ao casamento[1]. É claro que não precisamos de uma pesquisa para estabelecer que a infidelidade é um desastre para a família e que seus malefícios se estendem a toda sociedade. A Bíblia já deixa isso bem claro. Infidelidade foi condenada por Deus em seus mandamentos (Ex.20:14; Dt. 5:18) para preservar a família. Nos tempos do Velho Testamento o adultério era considerado uma “contaminação” (Lv.18:20) e era punido com a morte por apedrejamento (Lv.20:10; Dt.22:22-24). A aplicação da pena capital evidencia a gravidade deste pecado e o mal que representava, tanto para o indivíduo envolvido (Pv.6:29,32) como para a sociedade (“assim, eliminarás o mal de Israel” Dt.22:22-ARA) ,visto resultar na desintegração familiar. O Senhor Jesus deixa claro que a infidelidade pode por fim ao matrimônio pelo divórcio (“a não ser por infidelidade” Mt.5.32 – VIBB)[2]. A infidelidade é uma desgraça para todos os tipos de relacionamento, mas a fidelidade, em especial a matrimonial, deve ser sempre honrada, cf. Hb.13.4. Disse alguém com acerto que “não se cai em adultério, mas entra-se aos pouquinhos” especialmente quando se ignora sistematicamente a sinalização de perigo. Richard Baxter dizia “não só abomine o adultério, mas tudo aquilo que conduz a impureza e a violação do seu matrimônio”. A vergonhosa infidelidade do marido de Mical com a mulher de Urias, registrado nas Escrituras em 1 Samuel capítulo 11 nos ensina algumas lições sobre os sinais que não devemos ignorar. Devemos olhar para o triste episódio de Davi com Bateseba com as palavras de Paulo em mente “porquanto tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito” (Rom. 15:4).
1. Primeiro sinal: Davi não soube administrar suas prioridades, v.1. Davi deveria ter ido com o exército à batalha, mas resolveu ficar em Jerusalém. O período de trégua já (o inverno, tempo das chuvas) havia passado, agora era a hora de sair à batalha. Não se explica a razão porque ele quis ficar em Jerusalém, mas o “porém” indica que isso foi um ingrediente que deu ocasião ao erro. A lição é: precisamos discernir bem as nossas prioridades, pois se não o fizermos, muito certamente iremos errar em nossa trajetória.

2. Segundo sinal: Davi estava vulnerável, v.2. Devemos notar que parece faltar a Davi um relacionamento conjugal saudável (I Cr.3.1,9; Dt.17.17). Ele não está acompanhado de esposa, está solitário e vulnerável. A lição é: há situações que precisam ser evitadas a todo custo. Cada um de nós deve observar os locais e circunstâncias de risco para nossa vida e evitá-los. Faça um ‘check-up’ na sua relação e busque possíveis vulnerabilidades e peça ajuda para saná-las.


3. Terceiro sinal: Davi excluiu do seu dia a meditação na Palavra de Deus, v.2. O texto é bem claro, Davi dormiu parte do dia e quando se levantou, resolveu caminhar sem propósito. A falta de propósito no passeio de Davi é demonstrada na forma verbal hebraica, que indica um andar de um lugar para outro sem ir a lugar nenhum. O despropósito nos leva à ruína. O Salmo 119, além de muitos outros textos, trata da importância de se meditar na Palavra de Deus para não pecar contra o Senhor. Como os olhos do rei se desviaram da Palavra de Deus, viram o que não deviam ver. Como sua mente não estava nas ‘coisas do alto’ (Cl.3.2), fixou-se nas coisas que são da terra. Quando um casal não desenvolve o hábito de conversar sobre as coisas de Deus e de meditar na Sua Palavra mais cedo do que pensa será ‘alvo dos dardos inflamados do maligno’ na área conjugal. A lição é: é preciso investir tempo diário na meditação da Palavra de Deus, preferencialmente em companhia do cônjuge.


4. Quarto sinal: Davi deixou-se dominar pelos impulsos da carne e não teve autodomínio, v.2. O texto diz que o rei, de onde estava, ‘viu uma mulher’ que se banhava. Mas o seu vislumbre torna-se olhar fixo. Seu olhar mais atencioso é expresso nas nossas versões pela frase: “mui formosa”. Enquanto olhava detidamente a mulher, sentiu-se tentado. A tentação em si mesma não é pecado. Ceder a ela é que promove o pecado. As tentações começam em nossas mentes. É da imaginação que vem o desejo. Do desejo é que vem a decisão e, dela, a ação. Uma vez consumada a ação (em palavras, atos, ações e reações) vem a morte, isto é, a separação de Deus, o pecado, cf. Tg.1.13-15. Ora, Davi cedeu à sua mente e agiu conforme seus impulsos, pecando contra o Senhor. A lição é: Devemos desenvolver o domínio próprio, que é fruto da plenitude do Espírito Santo e render nossas mentes a Ele, cf. Gl.5.1-25;Rm.12.1,2; Ef.4.23; II Co.10.5;Fp. 4.8; Cl.3.1,2.


5. Quinto sinal: Davi aproximou-se de Bete-seba,v.3,4. A aproximação de Davi contou com o fator facilitador do ‘poder’, afinal, ele era rei de Israel. O ‘status quo’ também é um fator de sedução. Muitos, infelizmente, são os casos até de pastores que se envolvem em relações extraconjugais pelo ‘status’ que detém. Para concluir a questão, há um outro fator na sedução que precisa ser ressaltado que não está presente na história de Davi, mas pode estar na nossa. Muitos casos extraconjugais começam com uma boa amizade, que dá lugar a alguma intimidade emocional (conversas íntimas), segredos, acordos mútuos (iniciados como simples fato de não contar aos outros acerca dos momentos a sós). O tempo gasto em companhia de uma pessoa que não é seu cônjuge se mostra prazeroso, depois se mostra indispensável, e finalmente acaba por incluir intimidade física e sexo. A lição é: devemos estar atentos com a nossa motivação em relação à aproximação das pessoas e, em especial, com pessoas do sexo oposto, cf. Mt.5.28.

É preciso que tomemos alguns cuidados além dos descritos acima. Primeiramente é preciso que cuidemos do nosso coração, pois ele é fonte de adultério (Mt.15:19). Não podemos menosprezar a nossa velha natureza se quisermos que nosso coração seja fonte de vida. Em segundo lugar, é preciso mortificar a natureza carnal (Cl.3:5 segs.) evitando a pornografia, os devaneios sensuais ou conversação indecente a todo custo e alimentar a nossa mente com a Palavra de Deus. Depois, devemos fugir do pecado da infidelidade como José fugiu da mulher de Potifar, não importa o que fique para trás. Só posso terminar com as palavras do autor de Hebreus: “honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula” (13:4).

Silas Roberto
Soli Deo Glória.

[1] Revista da Folha de 07/10/2007, pág. 68
[2] O divórcio não foi instituído na legislação mosaica, mas regulado. É bom notar que em Mateus 19:1-12 o Senhor Jesus diz que Moisés “permitiu” o divórcio e não que o instituiu, como diziam os fariseus, v.7.